Cartas | Fundo Versa

Resultado Mensal (Mar/21)

Acesse aqui o material mensal completoO mercado global de ações teve mais um mês positivo em março. Nos EUA, os índices S&P 500 e...

A Semana Macro (29/03) – Juros, Assusta?

A postura mais dura do BC na Selic não parece ter ajudado muito para aliviar as condições financeiras. Juros longos e câmbio seguem em alta. É seguro dizer que a piora da pandemia e da tensão política nas últimas semanas tem agravado os efeitos das questões econômicas nos prêmios de risco. Juros mais altos deveriam atrapalhar a recuperação econômica? Para este ano, acreditamos que não .Os riscos ficam muito mais por conta da pandemia e de uma deterioração ainda mais forte do cenário político. Seguimos construtivos com o crescimento.

A Semana Macro (08/03) – Aluno Nota C

Seguimos construtivos com a recuperação econômica este ano, mas a percepção de risco pode seguir alta por algum tempo.

Resultado Mensal (Fev/21): Versa -30,0%; Fit -15,2%; Charger -9,4%; Tracker -12,0%

Na carta de janeiro escrevemos sobre o descompasso do desempenho da bolsa e do câmbio no Brasil em comparação com outros países, fenômeno prejudicial às carteiras dos fundos da Versa desde o...

Gamestop: o fim do livro vendido à descoberto

No último comitê de investimentos, os sócios da Versa decidiram encerrar o livro de ações vendidas a descoberto. Os fundos da casa não vendem mais papéis específicos, e continuam a fazer alavancagem...

A Semana Macro (16/02) – Atividade, Assusta?

Olhando o tombo do varejo, fica difícil não se questionar sobre a recuperação econômica em 2021. As vendas de dezembro divulgadas pelo IBGE caíram 6.1% em relação a novembro, muito abaixo dos -0.7% esperados pelos economistas. E para o início do ano, os indicadores preliminares só tem confirmado a fraqueza do consumo. Seria todo aquele otimismo uma miragem causada pelo auxílio emergencial? Seguimos convictos que não, mas vale ponderar a respeito. De fato, nunca foi razoável imaginar que o consumo no Brasil sairia da crise mais forte do que nela entrou. Em algum momento esta correção viria. Na verdade, os vetores de crescimento este ano são outros e permanecem firmes. De um lado, o setor exportador continuará sendo dinamizado pelo crescimento mundial, alta das commodities e câmbio depreciado. De outro, os investimentos devem seguir em expansão apoiados por um ambiente de juros historicamente baixos. Mantemos nossa projeção de crescimento de 4.2% este ano.

Resultado Mensal (Jan/21): Versa -21,9%; Fit -8,9%; Charger -4,4%; Tracker -9,3%

Janeiro foi o primeiro mês completo desde que iniciou-se a vacinação contra covid-19 no mundo. Também foi o mês em que o mundo atingiu o pico de infecções diárias da doença. Foi...

A Semana Macro (26/01) – Subindo os Juros

Com a piora do cenário de inflação, o Copom falou mais grosso na reunião da última quarta-feira. Embora tenha mantido a Selic em 2% como já era amplamente esperado, o BC começou a se preparar para uma possível subida de juros nos próximos meses. Neste sentido, chamou a atenção a retirada explícita do forward guidance, uma espécie de compromisso de não subir os juros, que já havia sido relativizado na reunião de dezembro. Preocupam os números mais salgados de inflação corrente, preço das commodities em alta, dólar pressionado e a falta de clareza do cenário fiscal. Por outro lado, a expectativa de que a atividade volte a sofrer com a segunda onda impõe cautela sobre aumentos de juros. Por ora, esperamos que estes comecem em maio, com a Selic chegando em 4% no final do ano. Ainda acreditamos que a normalização dos juros deva ajudar na apreciação do real, desde que os riscos fiscais sigam controlados. Fazendo a estória curta um pouco mais longa:

Fechamento do Versa LB FIM

Prezados Cotistas,Tendo em vista o melhor ordenamento da carteira de produtos da Versa, fecharemos o Versa Long Biased FIM para aplicações a partir de 1° de fevereiro de...

A Semana Macro (11/01) – (Im)previsões para 2021

Em nossa visão, ainda há espaço para surpresas positivas na economia e redução de incertezas de forma a dar mais fôlego aos mercados neste ambiente favorável. No plano externo, as economias desenvolvidas continuarão provendo estímulos em um ambiente de inflação ainda relativamente baixa, enquanto o crescimento Chinês e sua fome por commodities não parece ter perdido fôlego. No cenário interno, a inabilidade do governo em várias frentes e sua obsessão em gerar polêmicas pode nos fazer perder de vista a figura mais relevante para o crescimento nos próximos anos: queda dos juros. O Brasil simplesmente nunca surfou nesta onda. Riscos para este cenário? Lá fora o mais óbvio seria uma subida mais rápida da inflação levando à retirada brusca dos estímulos. No Brasil, o cenário fiscal e político continua merecendo toda a atenção.
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